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sábado, 31 de dezembro de 2011

I Encontro Nacional de Epidemiologia Veterinária - 2012

Olá pessoal! Publicada hoje também em Micro&Epi:

Boa notícia: em 2012 acontecerá o primeiro Encontro Nacional de Epidemiologia Veterinária, de 10 a 13 de julho, na FMVZ - USP (SP). O evento, organizado pelos professores Luis Gustavo Corbellini (UFRGS), José Soares Ferreira Neto (USP) e Vítor Salvador Picão Gonçalves (UnB), pretende reunir formuladores de políticas sanitárias, pesquisadores, estudantes, técnicos dos serviços veterinários oficiais, integrantes das cadeias produtivas de animais e interessados em aspectos populacionais dos animais silvestres e de companhia. Fiquei relamente muito feliz com a notícia! Já era tempo de reunir os vet-epidemiologistas desse Brasil!!!

Participem!!!!

Maiores informações: http://vps.fmvz.usp.br/eventos


de 16 de janeiro a 16 de março de 2012

Tópicos para submissão de trabalhos:
1. Estudos epidemiológicos descritivos ou analíticos;
2. Sistemas de vigilância em saúde animal e programas sanitários;
3. Economia em saúde animal;
4. Validação de testes de diagnóstico;
5. Ferramentas e métodos em epidemiologia e modelagem de doenças;
6. Aspectos populacionais de animais silvestres e de companhia;
7. Análise de risco em saúde animal e segurança de alimentos;
8. Doenças emergentes e zoonoses.


Depois dessa, só nos resta concretizar o Feliz 2012!!!!!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Médicos Veterinários Incluídos no NASF!

Excelente notícia em prol da saúde pública e também dos veterinários!!!! 
Do site do CFMV.gov (recebido por e-mail - conteúdo abaixo) e mais no site do Ministério da Saúde.


Ministério da Saúde define inclusão do Médico Veterinário nas novas especialidades profissionais dos NASFs
      Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs) também serão aprimorados na Nova Política Nacional de Atenção Básica. Dentre as mudanças, está definida a ampliação das especialidades profissionais que poderão passar a atuar nos NASFs. Atualmente, os Núcleos podem ser compostos – por decisão das secretarias municipais de saúde – por psicólogo, assistente social, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, profissional da educação física, nutricionista, terapeuta ocupacional, ginecologista, homeopata, acupunturista, pediatra e psiquiatra. Agora, o Ministério da Saúde ampliará este elenco de profissões, incluindo, nos NASFs, a possibilidade de os gestores locais do SUS contratarem profissionais como M&eacut e;dico Veterinário, entre outros.

      Com as mudanças, a estimativa é que a quantidade de municípios com NASFs na modalidade II – que atualmente são compostos por, no mínimo, três profissionais de nível superior, vinculado a uma quantidade mínima de três equipes de Saúde da Família – passará de 870 para 4.524. A partir da reestruturação, os Núcleos do tipo II poderão ter de três a sete equipes, independente da densidade demográfica da região.
      Os NASFs são constituídos por equipes multiprofissionais que trabalham no apoio às equipes da Estratégia Saúde da Família. Nos Núcleos, os profissionais desenvolvem atividades como consultas e diagnósticos conjuntos e ações de educação em saúde entre a população. Para a definição dos profissionais que compõem os NASFs, as secretarias municipais de saúde utilizam critérios como as especificidades e prioridades em saúde das comunidades como também a disponibilidade dos profissionais na região. “A inclusão de novas especialidades profissionais nos NASFs e outras propostas de avanços na Atenção Básica estão sendo definidas em conjunto com os Estados e Municípios”, explica o secretário d e Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães. “A inclusão dos Médicos Veterinários é uma das importantes novidades”, acrescenta.
      Para o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda, esta é uma grande conquista do CFMV na área da saúde. “Foram anos de esforços e negociações. Agora, o profissional poderá mostrar à comunidade sua importância no bem-estar social. O Médico Veterinário contribuirá com seus conhecimentos referentes a doenças transmitidas e veiculadas por animais (zoonoses) e doenças transmitidas por alimentos de origem animal, dentre outras questões”, esclarece Arruda.

      RESTRUTURAÇÃO – Os critérios para a implementação dos NASFs, pelas secretarias municipais de saúde, também serão simplificados. Atualmente, os Núcleos são classificados nas modalidades I, II e III. O tipo I deve ser composto, por no mínimo, cinco profissionais de saúde de nível superior, vinculado a uma quantidade que vai de oito até 20 Equipes Saúde da Família. Com as mudanças em análise, o NASF I terá de cumprir apenas o critério de ter mais de sete equipes de Saúde da Família vinculadas a ele.
      O NASF II atualmente é composto por, no mínimo, três profissionais de nível superior, vinculado a uma quantidade mínima de três equipes de Saúde da Família. Com a reestruturação, o NASF II poderá ter de três a sete equipes, independente da densidade demográfica da região. Com isso, a estimativa do Ministério da Saúde é que o número de municípios que poderão ter esse tipo de Núcleo ampliará de 870 para 4.524. Já a modalidade III, que foi instituída no final do ano passado, será incorporada ao NASF II.
      Atualmente, o país conta com 1.371 NASFs, sendo 1.234 tipo I e 137 tipo II, presentes em 998 cidades. Os municípios que contam com o NASF I recebem, do Ministério da Saúde, R$ 20 mil para a instalação e mais R$ 20 mil mensais para o custeio dos Núcleos. A modalidade tipo II conta com R$ 6 mil para implantação e mais R$ 6 mil mensais para custeio. Os recursos são repassados do Fundo Nacional de Saúde para os fundos municipais de saúde.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sobrevivente ao vírus da Raiva - California - EUA

Precious Reynolds, uma garota de 8 anos da cidade de Willow Creek - CA - EUA, foi tratada para para o vírus da raiva sem a utilização do protocolo vacinal. A menina contraiu a doença em abril - de um gato - e em maio, após a avó da garota ter suspeitado de sintomas de gripeo, diagnóstico surpreendente de raiva foi confirmado. 
O tratamento foi realizado na Universidade da Califórinia e, como o tratamento vacinal já seria tardio, não foi realizado. O protocolo adotado foi o coma induzido por medicamentos e antivirais. Permaneceu por duas semanas no setor de terapia intensiva e, após, seguiu para o setor de pediatria do hospital onde permaneceu até domingo. De acordo com os médicos, o sucesso da terapia baseou-se na excelente resposta imune da paciente. Precious é a terceira pessoa a sobreviver ao vírus da raiva - sem tratamento vacinal - nos Estados Unidos.


Fonte: CBSNEWS.COM Rabies miracle? California girl survives dread disease without vaccine
Raiva / rabies no CDC: more on rabies.
 
Apesar de não "acreditar" em tratamento para raiva, acredito muito na resposta imune individual e na vigilância bem feita e aplicada. Boas notícias, em tratamento atirrábico, não são comuns e vale divulgar. Como a paciente não apresentava sinais nervosos, acredito não haver maiores sequelas do tratamento.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Papel do Médico Veterinário na vigilância e controle de zoonoses passa despercebido em documento sobre interfaces da Atenção Básica com as Zoonoses.


Mais uma vez o Médico Veterinário não tem seu papel valorizado como deveria no que diz respeito às zoonoses, basta ler o Caderno de Atenção Básica, especial Zoonoses, para perceber o descompromisso da edição em demonstrar a amplitude de atuação deste profissional neste tema, deixando de lado sua imprescindível colaboração nas ações de vigilância e controle de zoonoses.
Porém o Caderno só reforça o quanto é necessária a participação do profissional nos Núcleos de Apoio da Saúde da Família, o que ainda não se concretizou, apesar de toda a sensibilização na gestão federal da atenção básica. O documento explicita ações que são tradicionalmente exercidas por médicos veterinários, porém até o momento, de forma desarticulada com a atenção básica. E a integração das vigilâncias em saúde traz essa necessidade de inclusão do profissional nesse contexto de forma mais direta, discutindo coletivamente com os outros profissionais as doenças e agravos que afetam os animais e o homem, com suas interfaces.

O documento pode ser acssado no link: http://portal2.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/abcad22.pdf
Abraços
David Soeiro