domingo, 27 de maio de 2012

Veterinário no NASF: CFMV discute tema no Fórum das CNSPV


O resultado das discussões dos CRMVs nos Estados, agora para ações nacionais! É isso aí, Conselho! Let's public health!
 
ATUAÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO NO NASF SERÁ DEBATIDA NO IV FÓRUM DAS COMISSÕES NACIONAL E REGIONAIS DE SAÚDE PÚBLICA DO SISTEMA CFMV/CRMVS
Nos dias 28 e 29 de junho, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) realizará em Goiânia, GO, o IV Fórum das Comissões Nacional e Regionais de Saúde Pública do Sistema CFMV/CRMV`s.
O evento, organizado pelo CFMV, acontecerá no Conselho Regional de Medicina Veterinária da estado e contará com palestras e debates sobre as atividades dos Médicos Veterinários no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf). Na primeira apresentação do fórum, participantes conhecerão detalhes da atuação do profissional na questão, com a apresentação “Nasf:Do abstrato ao concreto”,  do presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do CFMV (CNSPV) Paulo César Augusto de Souza. Logo depois, os integrantes das Comissões Regionais de Saúde Pública Veterinária de todos os estados vão conferir as experiências de dois médicos veterinários de sucesso que atuam no NASF de suas regiões. Eles vão explicar como conseguiram sensibilizar o secretário da saúde de seu município (de cada um) sobre a importância do Médico Veterinário para o êxito do trabalho do núcleo.

No dia 29, as discussões continuarão, desta vez, em grupos, com o tema “NASF – Perspectivas e estratégias para o Sistema CFMV/CRMVs”. Ao final, a CNSPV disponibilizará um relatório conclusivo das atividades.


Para o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, é importante que o Médico Veterinário saiba mostrar aos gestores municipais, de forma clara e objetiva, o papel e a importância desse profissional nas equipes do Nasf. “É de forma sucinta e sem rodeios que se deve convencer os gestores. É preciso sair do discurso e partir para efetividade prática”, afirma Arruda.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

CFMV DESIGNA NOVO REPRESENTANTE PARA O CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE


O Conselho Nacional de Saúde (CNS) é formado por 48 conselheiros titulares e seus respectivos primeiro e segundos suplentes, representantes de entidades e movimentos sociais, entidades de profissionais de saúde, incluída a comunidade científica entre outros. Dentre os participantes, o presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária (CNSPV) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Paulo César Augusto de Souza, foi por 20 anos o representante do CFMV no CNS e desenvolveu um trabalho de visibilidade nacional. A partir deste mês, a Medicina Veterinária  será defendida por Oriana Bezerra Lima. Oriana já foi secretária geral e presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Piauí e conselheira do CFMV. Atualmente, a Médica Veterinária gerencia a área de zoonoses da Fundação Municipal de Saúde de Teresina e  coordena a Equipe Técnica de Controle de Roedores e Vetores do município.
Para Oriana, esse é um grande desafio. “ Tenho uma missão. Pretendo participar ativamente do processo político. É essencial a contribuição do CFMV na composição das políticas públicas e programas relacionados à saúde, já que atuamos na promoção, prevenção e atenção a essa área.”, diz. “Há problemas em todas as regiões do Brasil. Temos estados com situações de saúde totalmente diferentes”, complementa.
Entenda o CNS - O Conselho Nacional de Saúde (CNS) é a principal instância de controle social do Sistema Único de Saúde (SUS). É de sua competência aprovar o orçamento da saúde, assim como, acompanhar a sua execução orçamentária. Também cabe a ele a responsabilidade de aprovar a cada quatro anos o Plano Nacional de Saúde. 
Um dos principais objetivos da gestão atual do CNS é estabelecer consenso e apresentar os temas discutidos dentro do colegiado aos usuários do SUS para uma maior aproximação com a sociedade. Segundo o ministério, o tema prioritário é o acesso à rede pública de saúde.

Oriana Bezzera Lima também representará o CFMV no Fentas
O Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores da área da Saúde (Fentas) é um espaço permanente de discussões dos temas relevantes na área que tem repercussão direta ou indireta na saúde da população brasileira. Dele participam aproximadamente 35 entidades representativas de trabalhadores de saúde, nas diversas formas de organização: associações, confederações, conselhos profissionais e federações.

Sob os Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), o Fentas se posiciona sobre temas que considera de extrema relevância e que são objetos de discussão nos diversos espaços.

Assessoria de Comunicação CFMV

segunda-feira, 26 de março de 2012

Vitória!

Prezados oclegas,
mais uma vitória para os médicos veterinários da saúde pública: foi formada a primeira equipe do NASF com médico veterinário, no Rio Grande do Sul. Confiram no link do CFMV:
http://www.cfmv.org.br/portal/destaque.php?cod=796

segunda-feira, 5 de março de 2012

CFMV DIVULGA MEMBROS DE COMISSÕES ASSESSORAS


A gestão 2011/2014 do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) nomeou suas comissões assessoras. Elas auxiliam a Diretoria Executiva sobre os assuntos técnicos e demais solicitações e consultas. Os membros são Médicos Veterinários e Zootecnistas de todas as regiões do Brasil. São profissionais de reconhecido conhecimento e que estão empenhados em participar desta nova gestão.

Atualmente o CFMV conta com oito comissões. Seguem os nomes dos membros integrantes de cada uma delas.

Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal - CEBEA/CFMV
 Alberto Neves Costa, Médico Veterinário inscrito no CRMV-PE sob nº 0382 (Presidente);
Rita Leal Paixão, Médica Veterinária inscrita no CRMV-RJ sob nº 3937;
Marcelo Weinstein Teixeira, Médico Veterinário inscrito no CRMV-PE sob nº 1874;
Maria das Dores Correia Palha, Médica Veterinária inscrita no CRMV-PA sob nº 0917;
Luis Fernando Batista Pinto, Zootecnista inscrito no CRMV-BA sob nº 0235/Z;
Carla Forte Maiolino Molento, Médica Veterinária inscrita no CRMV- PR sob nº 2870.

Comissão Nacional de Animais Selvagens - CNAS/CFMV
 Rogério Ribas Lange, Médico Veterinário inscrito no CRMV-PR sob nº 0955 (Presidente);
Albert Lang, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SC sob nº 1617;
Mariângela da Costa Allgayer, Médica Veterinária inscrita no CRMV-RS sob nº 6352;
Isaac Manoel Barros Albuquerque, Médico Veterinário inscrito no CRMV-AL sob nº 0479.
João Luiz Rossi Junior, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 11607.
 
Comissão Nacional de Assuntos Políticos do Conselho Federal de Medicina Veterinária - CONAP/CFMV
Júlio Otávio Jardim Barcellos, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RS sob nº 3185 (Presidente);
Geraldo Marcelino Carneiro Pereira do Rêgo, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RN sob nº 0015;
Ricardo Pedroso Oaigen, médico veterinário inscrito no CRMV-PA sob nº 2272;
Nilton Abreu Zanco, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 6956;
Carlos Humberto Almeida Ribeiro Filho, Médico Veterinário inscrito no CRMV-BA sob nº 0454;
Marcelo Henrique Puls da Silveira, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SC sob nº 1646;
Roberto Baracat de Araújo, Médico Veterinário inscrito no CRMV-MG sob nº 1755.
 
Comissão Nacional de Ensino da Medicina Veterinária - CNEMV/CFMV
Rafael Gianella Mondadori, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RS sob nº 5672 (Presidente);
João Carlos Pereira da Silva, Médico Veterinário inscrito no CRMV-MG sob nº 1239;
Paulo César Maiorka, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 6928;
Marcelo Diniz dos Santos, Médico Veterinário inscrito no CRMV-MT sob nº 0818;
Rogério Martins Amorim, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 6757;
Celso Pianta, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RS sob nº 1732;
Francisco Edson Gomes, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RR sob nº 0177.
 
Comissão Nacional de Ensino da Zootecnia - CNEZ/CFMV
Paulo Rossi Junior, Zootecnista inscrito no CRMV-PR sob nº 00592/Z (Presidente);
Josiane Veloso da Silva, Zootecnista inscrita no CRMV-MA sob nº 0030/Z;
Elis Aparecido Bento, Zootecnista inscrito no CRMV-GO sob nº 0254/Z;
Antonia de Maria Filha Ribeiro, Zootecnista inscrita no CRMV-MG sob nº 0097/Z;
Ana Cláudia Ambiel Corral Camargo, Zootecnista inscrita no CRMV-SP nº 01148/Z.
 
Comissão Nacional de Residência em Medicina Veterinária – CNRMV/CFMV:
Benedito Dias de Oliveira Filho, Médico Veterinário inscrito no CRMV-GO sob nº 0438 (Presidente);
Carlos Afonso Castro Beck, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RS sob nº 4658;
Fábio Fernando Ribeiro Manhoso, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 6983;
Antônio José de Araújo Aguiar, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 4982;
Fernando Leandro dos Santos, Médico Veterinário inscrito no CRMV-PE sob nº 1492;
Aury Nunes de Moraes, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SC sob nº 0542;
Luís Cláudio Lopes Correia da Silva, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 5993;
Virgínia Bocorny Lunardi, Médica Veterinária inscrita no CRMV-RS nº 5258.
 
 
Comissão Nacional de Saúde Ambiental - CNSA/CFMV
Claudia Scholten, Médica Veterinária inscrita no CRMV-SP sob nº 20.045 (Presidente);
Maria Izabel Merino de Medeiros, Médica Veterinária inscrita no CRMV-SP sob nº 13.293;
Luciano Menezes Ferreira, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SP sob nº 14.908;
Maria do Rosário Lira Castro, Médica Veterinária inscrita no CRMV-RJ sob nº 2.092;
Maria Auxiliadora Gorga Luna, Médica Veterinária inscrita no CRMV-DF sob nº 0370;
Eva Terezinha dos Santos Ota, Médica Veterinária inscrita no CRMV-SC sob nº 3804;
João Paulo Rocha de Miranda, Zootecnista inscrito no CRMV-MT sob o nº 0168/Z.
 
Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária – CNSPV/CFMV
Paulo César Augusto de Souza, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RJ sob nº 1645 (Presidente);
Celso Bittencourt dos Anjos, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RS sob nº 1664;
Lúcia Regina Montebello Pereira, Médica Veterinária inscrita no CRMV-PI sob nº 0199;
Marcelo Jostmeier Vallandro, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RS sob nº 7715;
Aurélio Belém de Figueiredo Neto, Médico Veterinário inscrito no CRMV-SE sob nº 0036;
Sthenia dos Santos Albano Amora, Médica Veterinária inscrita no CRMV-CE sob nº 1766;
Roberto Francisco Lucena, Médico Veterinário inscrito no CRMV-RS sob nº 4716.

Também foi nomeado o Médico Veterinário Joaquim Lair (CRMV-GO n. 0242), como coordenador das Comissões, e o Médico Veterinário Ricardo Junqueira Del Carlo (CRMV-MG n. 1759), como editor da revista do Conselho.



sábado, 11 de fevereiro de 2012

SIMILE - Simpósio Mineiro sobre Leishmaniose

[Olá pessoal! Divulgando... 
Mensagem do Ailton Costa, da UFMG, solicitando a divulgação de um evento muito importante em sua instituição, o SIMILE - Simpósio Mineiro sobre Leishmaniose. O evento acontecerá de 22 a 24 de maio no auditório da Escola de Veterinária da UFMG. Mais sobre o evento abaixo e inscrições aqui. Participem!!!! 
É fundamental que se discuta muito sobre doenças negligenciadas - sobretudo leishmaniose. Só neste ano já foi confirmado um caso de LV (importado) no Uruguai e outros casos (autóctones) na Argentina... Já passou da hora de termos soluções!! Parabéns pela iniciativa, pessoal!]
Em Maio/2012 acontecerá na Escola de Veterinária da UFMG, em conjunto com a Fundação Oswaldo Cruz- FioCruz/MG, o SIMILE. Com uma proposta inovadora e englobará a Saúde Publica, Clinica Médica, Epidemiologia e avanços em pesquisas da área.

Segue o link da EV-UFMG e a programação anexada
 
http://www.vet.ufmg.br/eventos/exibir/68/

Gostaria que a senhora compartilhasse esse email a seus alunos e possíveis interessados na área.

Att, Ailton Costa
Organizador do SIMILE
 
 

sábado, 31 de dezembro de 2011

I Encontro Nacional de Epidemiologia Veterinária - 2012

Olá pessoal! Publicada hoje também em Micro&Epi:

Boa notícia: em 2012 acontecerá o primeiro Encontro Nacional de Epidemiologia Veterinária, de 10 a 13 de julho, na FMVZ - USP (SP). O evento, organizado pelos professores Luis Gustavo Corbellini (UFRGS), José Soares Ferreira Neto (USP) e Vítor Salvador Picão Gonçalves (UnB), pretende reunir formuladores de políticas sanitárias, pesquisadores, estudantes, técnicos dos serviços veterinários oficiais, integrantes das cadeias produtivas de animais e interessados em aspectos populacionais dos animais silvestres e de companhia. Fiquei relamente muito feliz com a notícia! Já era tempo de reunir os vet-epidemiologistas desse Brasil!!!

Participem!!!!

Maiores informações: http://vps.fmvz.usp.br/eventos


de 16 de janeiro a 16 de março de 2012

Tópicos para submissão de trabalhos:
1. Estudos epidemiológicos descritivos ou analíticos;
2. Sistemas de vigilância em saúde animal e programas sanitários;
3. Economia em saúde animal;
4. Validação de testes de diagnóstico;
5. Ferramentas e métodos em epidemiologia e modelagem de doenças;
6. Aspectos populacionais de animais silvestres e de companhia;
7. Análise de risco em saúde animal e segurança de alimentos;
8. Doenças emergentes e zoonoses.


Depois dessa, só nos resta concretizar o Feliz 2012!!!!!

sábado, 29 de outubro de 2011

Nova Política Nacional de Atenção Básica inclui Médico Veterinário no NASF


PORTARIA Nº 2.488, DE 21 DE OUTUBRO DE 2011
Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS).
Trecho da portaria:
O NASF 1 deverá ter uma equipe formada por uma composição de profissionais de nível superior escolhidos dentre as ocupações listadas abaixo que reúnam as seguintes condições:
I - a soma das cargas horárias semanais dos membros da equipe deve acumular no mínimo 200 horas semanais;
II - nenhum profissional poderá ter carga horária semanal menor que 20 horas; e
III - cada ocupação, considerada isoladamente, deve ter no mínimo 20 horas e no máximo 80 horas de carga horária semanal. O NASF 2 deverá ter uma equipe formada por uma composição de profissionais de nível superior escolhidos dentre as ocupações listadas abaixo que reúnam as seguintes condições:
I - a soma das cargas horárias semanais dos membros da equipe deve acumular no mínimo 120 horas semanais;
II - nenhum profissional poderá ter carga horária semanal menor que 20 horas; e III - cada ocupação, considerada isoladamente, deve ter no mínimo 20 horas e no máximo 40 horas de carga horária semanal. Poderão compor os NASF 1 e 2 as  seguintes ocupações do Código Brasileiro de Ocupações - CBO: Médico Acupunturista; Assistente Social; Profissional/Professor de Educação Física; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Médico Ginecologista/Obstetra; Médico Homeopata; Nutricionista; Médico Pediatra; Psicólogo; Médico Psiquiatra; Terapeuta Ocupacional; Médico Geriatra; Médico Internista (clinica médica), Médico do Trabalho, Médico Veterinário, profissional com formação em arte e educação (arte educador) e profissional de saúde sanitarista, ou seja, profissional graduado na área de saúde com pós-graduação em saúde pública ou coletiva ou graduado diretamente em uma dessas áreas.
A composição de cada um dos NASF será definida pelos gestores municipais, seguindo os critérios de prioridade identificados a partir dos dados epidemiológicos e das necessidades locais e das equipes de saúde que serão apoiadas.


CONFIRMADO: MÉDICO VETERINÁRIO ESTÁ INSERIDO NO NASF

Vitória da classe após empenho do CFMV em ações junto ao Governo Federal

A partir de agora, qualquer município brasileiro poderá contar com o Médico Veterinário entre os profissionais que formam os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasfs). A portaria que autoriza a inclusão do Médico Veterinário no Nasf foi publicada nesta segunda-feira, dia 24 de outubro, no Diário Oficial da União pelo Ministério da Saúde. 

Essa é uma vitória da classe Médico-Veterinária capitaneada incansavelmente pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) junto ao Governo Federal em diversas esferas. “Com essa nova determinação qualquer Secretário de Saúde municipal poderá incluir o Médico Veterinário em seus quadros de atuação para a saúde da família”, comemora o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda. Dentre as atribuições, Arruda lembra que o Médico Veterinário tem profundo conhecimento sobre as doenças transmitidas e veiculadas por animais, as chamadas zoonoses. Sendo assim é um profissional imprescindível para regiões endêmicas atingidas por males como a leishmaniose, a leptospirose, a dengue entre outras.

O profissional também contribuirá com o Nasf em ações preventivas de benefício à saúde da população e na atenção em relação aos produtos de origem animal, principalmente para garantir a sanidade. Para a classe de Médicos Veterinários abre-se um novo campo de atuação, já que o Brasil conta com mais de 5.000 municípios.

O CFMV lembra que a inclusão do Médico Veterinário no Nasf também contou com apoio da então Senadora Gleise Hoffmann, que agora ocupa o cargo de Chefe da Casa Civil, dentre outros parlamentares e organizações. O CFMV também agradece ao Ministro da Saúde Alexandre Rocha Santos Padilha que, no primeiro semestre, recebeu este Conselho para tratar sobre o tema.

Fonte: Informe CFMV

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Participação do CFMV na 6a reunião do Sapuvetnet III

Acesse o site do Sapuvetnet III: http://www.sapuvetnet.org/PT_frameset.html

Íntegra da noticia do site do CFMV em 13/10/2011 - Assessoria de Comunicação CFMV

CONTRIBUIÇÃO DO CFMV À SAÚDE PÚBLICA VETERINÁRIA INTERNACIONAL É ELOGIADA POR VÁRIOS PAÍSES

CFMV participa da sexta reunião do SAPUVETNET III

SAPUVETNET é um projeto composto por instituições internacionais com o objetivo de trabalhar, em conjunto, para a melhoria da Saúde Pública Veterinária.  A sexta reunião do projeto foi realizada na sede da  Food and Agriculture Organization (FAO), em Roma, Itália, de 12 a 16 de setembro de 2011. Estiveram presentes todos os parceiros do SAPUVETNET e representantes de instituições colaboradoras, como o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que foi representado pelo presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do CFMV (CNSPV) Paulo César Augusto de Souza.


O objetivo do evento foi a contribuição para o desenvolvimento do ensino superior no campo da Saúde Pública Veterinária (SPV), por meio da cooperação entre a União Européia (UE) e a América Latina (LA), na formação de profissionais preparados para avaliar situações e encontrar soluções adequadas para a Saúde Pública sob conceito de "One World, One Health".


De acordo com Paulo César de Souza, a sexta reunião cumpriu toda programação planejada, com destaque para as discussões do manual de Saúde Pública Veterinária, que após um intenso debate e ajustes, segue para finalização pela relatoria. “Outra questão em fase de finalização é a proposta conjunta de um curriculum na área de SPV para as escolas de Medicina Veterinária da União Europeia e da América Latina”, relata o presidente da Comissão [isso muito nos interessa!!!!]

Paulo de Souza apresentou, em nome do presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, dados com todas as conquistas e avanços da Medicina Veterinária brasileira na área de SPV realizadas pelo CFMV, desde o reconhecimento como profissão da área da saúde, até a inserção da Medicina Veterinária na atenção básica no sistema único de saúde (SUS) do Brasil. “Houve a manifestação de todos presentes. Eles relataram que o Brasil, dentre os países ali presentes, foi a nação que mais avançou na área de SPV em seus sistemas de saúde” celebra Souza.
Participaram da reunião representantes de Portugal, Brasil, Espanha, Itália, Holanda ,Inglaterra, Cuba, México, Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, México e Peru.

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Sobre o Sapuvetnet: Já em sua terceira edição, o projeto visa "contribuir para o desenvolvimento da educação superior no âmbito da Saúde Pública Veterinária através da cooperação entre a Europa e a América Latina, de modo a formar profissionais capazes de avaliar e solucionar problemas de Saúde Pública dentro do conceito de Saúde Global. Para que tal seja exequível há necessidade de tornar comparáveis as normas de creditação em Saúde pública entre a América Latina e a União Europeia.
Com este objetivo em mente o Projeto SAPUVETNET deu início ao desenvolvimento da interface animal-homem-meio ambiente, de modo a promover e desenvolver o conceito de Saúde como um bem dependente, a nível global, de diferentes variáveis e portanto com diferentes responsáveis (Um Mundo, Uma Saúde)."

[Tive a oportunidade de conhecer algumas pessoas do Sapuvetnet III, durante o Congresso de SPV em Bonito-MS. Espero um dia poder contribuir diretamente nesse projeto, tanto como professora como veterinária! Mais sobre o SAPUVETNET em Micro&Epi, de 16/06/09]

 

sábado, 17 de setembro de 2011

IV Congresso Nacional de Saúde Pública Veterinária será somente em 2012

Atenção
Caros leitores,


Recebi recentemente um email do presidente da ABSPV, Nélio Morais, comunicando o seguinte:

Em abril deste ano no Congresso de Higienistas, foi realizado um acordo formal, passando o Congresso Nacional de Saúde Pública Veterinária para os anos pares e será feita uma parceria com outros congressos na área, além disso o Ministério da saúde estava com muitas dificuldades em conseguir o apoio para  2011 devido aos cortes de orçamento. 



Desta forma, o Congresso será em Curitiba com data a ser definida, agora entre os meses de junho ou julho de 2012.


Abraços
David Soeiro

domingo, 21 de agosto de 2011

COMISSÃO NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL DO CFMV TRAÇA ESTRATÉGIAS PARA OS PRÓXIMOS ANOS

De 15 a 17 de agosto, a Comissão Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) esteve reunida em Brasília, DF, na sede do CFMV. A Comissão analisou as ações realizadas em 2010 e 2011 e desenvolveu o planejamento estratégico de 2012 a 2015.


O primeiro assunto abordado foi “Resultados do Ciclo de Palestras 2010/2011”. De acordo com os membros da CNSA, o saldo foi bastante positivo, tanto que foram desenvolvidos , nesses três (3) dias, seis (6) programas de ação para os próximos anos; deles derivam vários projetos. Foram também abordadas questões relacionadas à inserção da atuação do Médico Veterinário na Saúde Ambiental (Lei N° 5.517/68). “Queremos propor a modernização da legislação e dar respaldo legal aos profissionais no futuro”, relatam os membros da Comissão.

Outras questões discutidas foram: a organização e a programação do I Fórum Nacional de Saúde Ambiental do Sistema CFMV/CRMVs, marcado para 07 de novembro de 2011. Segundo os componentes da CNSA, decisões foram tomadas para a realização de outros fóruns regionais em cinco (5) regiões do Brasil. O Objetivo do trabalho é continuar sensibilizando os Médicos Veterinários para importância da Saúde Ambiental.

Para informações sobre o I Fórum Nacional de Saúde Ambiental do Sistema CFMV/CRMVs, acompanhe o site do Conselho ou os informativos.

COMISSÃO NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL - CNSA

Membros

Claudia Scholten 
Maria Izabel Merino de Medeiros 
Luciano Menezes Ferreira 
Maria do Rosário Lira Castro 
Maria Auxiliadora Gorga Luna 

Fonte: Assessoria de Comunicação CFMV


Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) fica para 2012



O Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), lançado em 2006, só deve sair do papel no ano que vem. O programa só chegou a quatro Estados até hoje - Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul -, com quatro municípios e 23 agroindústrias cadastradas. O Ministério da Agricultura pretende atingir 1.100 municípios até 2015. Atualmente, vários Estados já tem um programa de vistoria, mas que não é integrado nacionalmente. Isso faz com que a agricultura familiar tenha dificuldades para vender sua produção fora do seu território.

A adesão dos produtores ou cooperativas ao Suasa, que deve ser feita por convênios dos Estados e municípios junto ao governo federal, ainda patina. Ela é voluntária e o governo pretende incentivá-la com recursos orçamentários. O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, disse ontem, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, que o ministério solicitou cerca de R$ 250 milhões no Orçamento da União de 2012 para levar o processo adiante. 

Do total, cerca de R$ 120 milhões seriam repassados aos Estados para aumentar a inclusão das agroindústrias. "Toda a propriedade do Brasil vai estar na plataforma e terá sua base de dados com todas as informações incluídas no sistema", disse Jardim. O novo plano plurianual do Ministério da Agricultura, segundo ele, inclui quatro novas ações dirigidas para o funcionamento do Suasa. 

Uma delas é a reestruturação das ações do programa, consolidando a legislação a ser usada. Atualmente, existem 5.352 instruções normativas. O governo pretende, também, coordenar e auditar o Sistema Único, avaliando as ações e fazendo melhorias no projeto. Há, ainda, o combater a clandestinidade dos produtores e, por último, a criação de um centro de inteligência, para prever com antecedência as necessidades do setor. "Não podemos andar a reboque. Precisamos nos antecipar aos fatos", afirmou Jardim.

O diretor de geração de renda e agregação de valor da Secretaria de Agricultura Familiar, Arnoldo Campos, acredita que as vantagens para os produtores serão enormes. "A agricultura familiar gera renda, dá empregos e tem cerca de 12 milhões de trabalhadores efetivos. Mas é preciso dar condições para que produtos circulem dentro do território nacional, agregando valor e remunerando melhor o produtor", disse. 

Mesmo com as promessas do governo, entidades veem as medidas anunciadas como "tardias". O secretário de Política Agrícola da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Antoninho Rovaris, comentou que espera a evolução do Suasa há 5 anos e não entende a "falta de vontade" para implementar o programa.

O início "real" do Suasa, segundo Rovaris, vai tirar da clandestinidade milhões de agricultores familiares no Brasil. "O Sistema vai ajudar muito, mas por enquanto é embrionário. Eu fico pasmo diante de uma situação que somente 23 municípios dos mais de 5 mil do país estão inscritos. Isso dá algo como zero vírgula zero", falou Rovaris.

O coordenador-executivo da Comissão de Sanidade da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Décio Coutinho, disse que o problema precisa ser realmente desenvolvido no país. Para ele, o fato de um produtor não poder vender sua produção em outro Estado penaliza o trabalhador. "Tem que ter coragem para fazer o programa sair do papel", afirmou Coutinho. No fim das discussões vários deputados disseram que era momento de parar de discutir e realizar. As falhas, segundo eles, já são conhecidas e o momento é de trabalhar para resolvê-las.



Fonte: Canal Rural via CFMV

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

SAIU EDITAL DE SELEÇÃO EPISUS - TURMA 2012/2014









Informo a todos que foi publicado na DOU de hoje 17/08/2010 o EDITAL – Nº 14, DE 16 DE AGOSTO DE 2011 - SELEÇÃO DE CANDIDATOS AO PROGRAMA DE TREINAMENTO EM EPIDEMIOLOGIA APLICADA  AOS SERVIÇOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (EPISUS) - TURMA 2012/2014.

Para quem não conhece o EPISUS, segue o link sobre o programa http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=29835

Breve históricoO Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS (EPISUS) foi criado pelo Ministério da Saúde (MS) e teve início no ano 2000. Este programa de treinamento é desenvolvido no âmbito da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)/MS, em Brasília/DF, com colaboração dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC), Atlanta, GA, Estados Unidos. O EPISUS é amplamente reconhecido no Brasil e no mundo. No contexto internacional, os programas de epidemiologia de campo denominados Field Epidemiology Training Programs (FETP) estão implantados em cerca de 40 países de várias regiões do mundo e formam a rede internacional (TEPHINET- www.tephinet.org). O EPISUS representa o Brasil na rede internacional dos FETP. Desta forma, os bolsistas do EPISUS - o FETP do Brasil -, interagem com colegas do mundo inteiro, por exemplo, durante as conferências científicas regionais e internacionais realizadas anualmente.
Missão
• Treinar profissionais altamente especializados em bioestatística e epidemiologia aplicada no campo e nos serviços de saúde;
• Formar epidemiologistas com capacidade científica e altos padrões profissionais para colaborar na resolução de problemas de saúde pública;
• Contribuir para o conhecimento científico através da divulgação de investigações e estudos aplicados;
• Fortalecer a capacidade científica e epidemiológica do país por meio da atualização contínua dos graduados;
• Ampliar a capacidade em epidemiologia de campo no país por meio da formação da rede de graduados para multiplicar o treinamento conforme padrões estabelecidos pelo EPISUS;
• Servir como referência nacional em treinamento de excelência em epidemiologia de campo e, representar o Brasil na TEPHINET);
• Colaborar no desenvolvimento de capacidade técnica para resolução de problemas de saúde publica de outros países, em especial os países vizinhos, os de língua portuguesa e outros quando solicitado.
Lema 
O lema do EPISUS é aprender fazendo, ou seja, a aprendizagem é construída por meio da aplicação dos conceitos da epidemiologia, bioestatística e métodos científicos na prática dos serviços, em particular, durante o trabalho de campo, freqüentemente em condições adversas. O profissional que ingressa no programa deve ter caráter íntegro, desenvolver suas atividades com responsabilidade, empenho, profissionalismo e ética, zelando pela alta qualidade e oportunidade das respostas em saúde pública, e respeitando os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).
Características e foco do Programa
O treinamento tem uma duração de dois anos, com carga horária aproximada de 3.600 horas, e é realizado na Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, em Brasília/DF. Cerca de 20% da carga horária é destinada a cursos teóricos. O treinamento começa com um curso introdutório de uma semana, ainda durante o processo seletivo. Os candidatos aprovados na fase final da seleção iniciam as atividades realizando um curso intensivo de quatro semanas de duração, focado em conteúdos de bioestatística, epidemiologia e vigilância em saúde, incluindo um estudo de campo. Após o curso intensivo, os treinandos são alocados em áreas técnicas da SVS/MS, como por exemplo, vigilância de hantavírus, febre amarela, influenza, leptospirose, raiva, doenças exantemáticas febris, meningites, tuberculose, malária, dengue, vigilância de doenças e agravos não transmissíveis (ex. câncer, violência urbana), entre outras. Durante este período desenvolvem atividades do serviço, quais sejam:  
• Análise de dados de vigilância 
• Condução de investigação de surtos e outras emergências epidemiológicas, com base no método científico
• Provimento de informações para apoiar a tomada de decisão com base em evidências
• Avaliação de sistemas de vigilância de saúde pública
• Apresentações dos resultados dos trabalhos realizados (análise de dados, avaliações de sistemas, investigações) em Seminários Científicos Semanais do EPISUS
• Apresentações dos resultados dos trabalhos realizados em congressos científicos nacionais e internacionais
• Delineamento e desenvolvimento de pesquisa aplicada aos serviços
• Comunicação escrita dos resultados dos trabalhos (relatórios de investigação de surtos, Boletim Eletrônico Epidemiológico online da SVS, artigos científicos, comunicação breve e outros)
Atividades científicas sistemáticas
• Seminários científicos semanais – aproximadamente 6 horas semanais
• Aulas e cursos sobre epidemiologia, bioestatística, métodos epidemiológicos, avaliação de sistemas de vigilância, vigilância em saúde, técnicas e metodologias de testes laboratoriais, biossegurança no campo, análise de dados de vigilância, comunicação científica (escrita científica e oral), entre outros de interesse para o treinamento.
• Estudos dirigidos – estudos de caso, discussão de estudos epidemiológicos
• Clube da Revista - leitura e análise crítica de artigos científicos
• Ciclo de Estudos da Secretaria de Vigilância em Saúde – temas de interesse em vigilância em saúde
• Cursos de atualização oferecidos pela SVS ou outras instituições
• Participação em congressos científicos nacionais e internacionais
• Outras atividades científicas de interesse para o Programa
• Encontro Científico do EPISUS

O Encontro Científico do EPISUS é realizado anualmente pela SVS/MS. Neste evento, os graduandos no treinamento apresentam os resultados dos seus projetos de longo prazo (projetos de pesquisa aplicada), compartilhando as informações com egressos do EPISUS, técnicos de Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, técnicos da Secretaria de Vigilância em Saúde, professores de renomadas instituições de ensino e de outras instituições. Além disto, os treinandos do EPISUS e de outras modalidades de treinamento estaduais, têm a oportunidade de compartilhar os resultados de seus trabalhos. Este evento científico representa o nível de consolidação e progresso do programa brasileiro. 

Todas as atividades acima listadas propiciam oportunidades de: 
• Atualizar seus conhecimentos em relação a temas de saúde pública 
• Revisar métodos epidemiológicos
• Conhecer e familiarizar com novos métodos de estudos sobre a saúde da população
• Aprofundar os conhecimentos em metodologias de pesquisa aplicada em saúde
• Aprofundar os conhecimentos em temas sobre respostas rápidas a problemas de saúde pública
• Conhecer os egressos do EPISUS, criando possíveis colaborações e desenvolvimento de atividades em saúde pública
SupervisãoOs treinandos recebem supervisão contínua dos supervisores da coordenação do EPISUS e dos monitores das áreas técnicas, para o desenvolvimento de suas atividades. Durante as investigações de campo, os treinandos recebem suporte técnico presencial e à distância.
Suporte financeiro e logístico aos treinandos do EPISUS
Os treinandos recebem um auxílio financeiro mensal (bolsa) diferenciado; passagens, diárias e equipamentos para as atividades de campo; material didático; equipamentos de informática, de comunicação e outros insumos necessários para desenvolvimento de suas atividades. 

Coordenação do Programa
O EPISUS é coordenado por um corpo técnico especializado, todos graduados no Programa, com regime de carga horária integral. Além disto, o Programa recebe suporte técnico de um consultor do CDC que reside no Brasil. 
O programa passa por avaliações externas a cada três anos, com a finalidade de garantir sua qualidade. 
Processo seletivo
O processo seletivo do EPISUS é realizado anualmente, em geral no segundo semestre. O público alvo é composto por profissionais de saúde, com nível superior completo nas áreas de:
• Biologia
• Biomedicina
• Enfermagem
• Farmácia
• Medicina 
• Medicina Veterinária
• Nutrição
• Odontologia
Os seguintes pré-requisitos são requeridos
• Médicos – mínimo de um ano de experiência prática de trabalho, após a conclusão do curso de graduação ou mínimo de um ano de residência ou outro curso concluído de pós-graduação:   mestrado ou doutorado, especialmente nas seguintes áreas: infectologia, medicina social/comunitária ou equivalente, medicina tropical, clínica médica, medicina do trabalho, pediatria, geriatria, epidemiologia, saúde coletiva e outras áreas afins. 
• Biólogos, biomédicos, enfermeiros, farmacêuticos, médicos veterinários, nutricionistas e odontólogos – mínimo de dois anos de experiência prática de trabalho, após a conclusão do curso de graduação e pelo menos um curso concluído de pós-graduação: especialização ou mestrado ou doutorado na área de vigilância em saúde, saúde pública, epidemiologia ou outros cursos voltados para a saúde coletiva de seres humanos.

A divulgação das inscrições para o processo seletivo é feita pelos seguintes meios:
• Página da SVS: http://www.saude.gov.br/svs
• Publicação do edital em jornais de grande circulação de todas as regiões do país
• Publicação do edital no Diário Oficial da União (DOU)
• Envio de comunicados para as Secretarias Estaduais de Saúde, Universidades e Conselhos Regionais das categorias profissionais alvos para o treinamento.

FIQUE DE OLHO!!!
Enviado por Jonas Brant